Máquinas já trabalham na pavimentação do Lago Azul

Sonho antigo da comunidade local, a pavimentação asfáltica começa a se tornar realidade para os moradores das ruas Lagoa Rodrigo de Freitas e Lagoa da Pinguela

O tão sonhado asfalto, reivindicado há anos pela comunidade do Lago Azul, começa a se tornar realidade. Na manhã desta segunda-feira (22) as máquinas começaram a chegar na rua Lagoa Rodrigo de Freitas, que será pavimentada junto com a rua Lagoa da Pinguela.

Serão 240 dias de trabalhos para pavimentar cerca de 18,6 mil metros quadrados nas duas vias. O investimento é de R$ 4.174.145,64 e  a obra  será executada pela empresa CS Engenharia.

A moradora Cecília Almeida de Souza afirma que um sonho começa a se tornar realidade e valorizará os imóveis. “Vai trazer qualidade de vida e mais segurança para os moradores”, diz.

O secretário de Obras Públicas, Adelino Ribeiro, destaca que a população foi quem escolheu as vias que receberiam a pavimentação. As duas ruas ligam a região do bairro Floresta à BR-369.

A obra de pavimentação era reivindicada há anos, mas só agora foi possível após o Lago Azul ser inserido no perímetro urbano de Cascavel. “Esse é o momento e a vez do Lago Azul”, sintetizou Adelino. Ele destacou a união do s moradores e a parceria com o Município para que a obra saísse do papel. “É um investimento pesado, vale a pena a união dos moradores e prefeitura”, observa.

 

Uma nova era

Para Roberto Zorzan, presidente da Associação de Moradores do bairro, a chegada do asfalto representa “o fim de uma era e começo de outra” para os moradores. “Nosso bairro tem mais de 30 anos, por muitos anos pagou o IPTU e não tinha direito à infraestrutura por não estar no perímetro urbano. As coisas foram se ajeitando, o Paranhos colocou nós dentro do perímetro urbano e possibilitou que as coisas aconteçam, como está acontecendo agora”, comemora o líder comunitário.

Segundo ele, já há empresários dispostos a investir no Lago Azul com a chegada das obras. “Ninguém iria investir em um lugar que não tem infraestrutura”, afirma.

Foto: Silvia Soluszynski/Secom

(Secom Cascavel)

 

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