Força-tarefa do Estado forma 2.461 profissionais para rede de proteção à criança

O curso foi voltado para os profissionais, técnicos e gestores que atuam com crianças e adolescentes, conselheiros tutelares e conselheiros de direitos, estudantes, comunidade e interessados nesta temática.

O Governo do Estado capacitou 2.461 pessoas por meio de cursos realizados pela Força-Tarefa Infância Segura (Fortis), vinculada ao Departamento de Justiça da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho. As capacitações foram voltadas para os técnicos e gestores que atuam com crianças e adolescentes, conselheiros tutelares e conselheiros de direitos, estudantes, comunidade e interessados nesta temática e contou com os profissionais das instituições signatárias da Fortis e demais parceiros, ministrando as aulas e palestras.

O secretário da pasta, Ney Leprevost, reafirmou que o objetivo é tornar o Paraná o Estado mais seguro do Brasil para as crianças. “É muito importante dar a estrutura necessária e promover a formação continuada aos profissionais que atuam na prevenção e no enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes”, disse. Nesta terça-feira (03) ele entregou certificados para seis participantes.

Uma das formandas, a assistente social Márcia Margarete Pszedimirski, que atua como coordenadora dos programas Família Acolhedora e Criança Feliz do município de Fernandes Pinheiro, no Sudoeste, expressou através de um vídeo sua satisfação com o curso. “No início, tive uma certa resistência pela forma de apresentação online, mas depois eu me apaixonei. Meu agradecimento para toda equipe por compartilhar esse conhecimento”, disse.

Para o chefe do Departamento de Justiça, Silvio Jardim, fortalecer a rede de atendimento e enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes faz com que esse enfrentamento seja ainda mais efetivo.

“Disponibilizar acervo de materiais e informações referente a esta temática, além de orientar e sensibilizar a sociedade sobre a importância deste tema e fornecer informações dos serviços públicos disponíveis para o atendimento, garante a segurança das crianças e adolescentes”, arrematou.

Foto: SEJUF

(AEN)

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