Eleições 2018 têm três evangélicos como pré-candidatos à Presidência da República

Com consequência do crescimento da população evangélica no Brasil, um dos reflexos é o aumento de pessoas que praticam a fé cristã na política. Neste ano, quando ocorrem as eleições presidenciais, o Brasil deverá ter ao menos três candidatos disputando a cadeira principal do Palácio do Planalto.

Três pré-candidatos à Presidência da República se declaram evangélicos.

A ex-senadora Marina Silva (Rede) tentará mais uma vez conquistar a Presidência. Membro da Assembleia de Deus, denominação que a consagrou como evangelista em 2012, ela não tem apoio declarado da convenção que pertence, no caso a Assembleia de Deus do Distrito Federal, que faz parte da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

A religião da pré-candidata, porém, não interfere nas propostas do partido Rede Sustentabilidade que é uma sigla de esquerda que defende causas controvérsias no meio evangélico como a ideologia de gênero e o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O segundo nome que aparece entre os pré-candidatos é do empresário Flávio Rocha, que se filiou ao PRB para disputar as eleições presidenciais de 2018. Dono das lojas Riachuelo, Rocha é membro da igreja Sara Nossa Terra e irá propor pautas mais simpáticas aos evangélicos, como a valorização da família e dos bons costumes. Ele vai disputar as eleições pelo PRB, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus.

Outro pré-candidato evangélico é o cabo Daciolo, que tem feito discursos contundentes na Câmara dos Deputados, sempre com uma Bíblia nas mãos. Polêmico, já chegou a defender o fechamento do Congresso Nacional e intervenção militar.

Jair Bolsonaro, um dos pré-candidatos preferidos do público evangélico, apesar de ser casado com uma mulher evangélica, se declara católico.

Com informações do JM Notícias

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