É preciso investir nas ovelhinhas

Ministério Congregante em Cristo constrói uma espécie de igreja para que os pequenos possam ter comunhão com Deus e atividades de recreação

“Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus”. A frase dita por Jesus Cristo mostra a importância que as pequenas ovelhinhas têm no reino de Deus.

Não é por acaso que o mundo das trevas procura atacar os pequenos de todas as formas para tentar desvirtuá-las da essência do evangelho e do amor de Deus. Porém, há igrejas que perceberam a importância de revidar aos ataques do inferno e investir forte em ministérios infantis.

Em Cascavel, a Igreja Evangélica Congregante em Cristo trabalhou nos últimos três anos um projeto para levar conhecimento bíblico, espiritual e de recreação para crianças e construiu uma espécie de igreja para os pequenos.

Durante dois anos, o grupo de homens da igreja dedicou todas as manhãs de domingo para, literalmente, colocar a mão na massa e construir o espaço dedicado às crianças. O resultado foi uma sala de 250 metros quadrados com salas que vão do maternal até a pré-adolescência.

“Teve muita mão de obra dos membros da igreja. Foi isso que permitiu termos toda essa estrutura. O ministério investiu praticamente dois anos de recursos para a construção dessa obra, focando sempre as crianças, com a visão de poder perpetuar o reino de Deus com grandes homens e grandes mulheres de Deus”, diz o pastor Ricardo Campos, líder do ministério.

Grupo de homens trabalhou dois anos para construir a “igreja das crianças”

O espaço tem brinquedoteca, com brinquedos de acordo com a faixa etária de cada criança e as professoras, que são treinadas para o ministério infantil, trabalham o desenvolvimento social e espiritual das pequenas ovelhas.

Agora as crianças possuem um espaço diferenciado para suas atividades espirituais e artísticas.

“A gente começou a ver como o reino das trevas estava investindo pesadíssimo em cima das crianças, em todos os meios que a gente encontra, por isso e resolvermos contra-atacar. Agora as crianças podem congregar, fazer os cultos delas e também participar da escola bíblica”, declara o pastor. O ensino bíblico, diz ele, tem se perdido no meio cristão.

“Os valentes”

O pastor Ricardo costuma chamar o grupo de homens de “Os valentes”, pela garra, determinação, dedicação e vontade de ver a obra finalizada. Durante os dois anos eles enfrentaram chuva, geada, calor, mas não deixaram de trabalhar no projeto. “Todo mundo deixava suas famílias nos domingos de manhã para colocar a mão na massa”, lembra.

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