Canibalismo: mulher é suspeita de cozinhar e comer o próprio filho

Caso chegou ao conhecimento do rei da província

Um caso de canibalismo na cidade de Samaria comoveu centenas de pessoas em toda a região. Uma mulher matou, cozinhou e comeu o próprio filho em companhia de outra mulher. Os nomes delas não foram divulgados pelas autoridades.

O ato extremo aconteceu devido a fome que assola a cidade depois que o exército sírio, comandado pelo rei Ben-Hadade, declarou guerra contra Samaria. Cercados e sem poder deixar a cidade, em pouco tempo a escassez tomou conta e os alimentos desapareceram das prateleiras.

O pouco que restou passou a ser vendido por preços exorbitantes, praticamente inacessível à população de baixa renda. Só para ter uma ideia da dimensão dos valores, uma cabeça de jumento passou a ser comercializada por 80 barras de prata e 200 gramas de esterco de pomba não saem por menos de cinco barras de pratas. A mulher que cozinhou e se alimentou do próprio filho foi induzida por uma amiga para matar o próprio filho e saciar a fome com carne humana.

Segundo o que ela relatou ao governador do país, a amiga teria dito que no dia seguinte ela também iria sacrificar seu filho para ambas matarem a fome. “Nós cozinhamos o meu filho e o comemos. No dia seguinte eu disse que era a vez de comermos o filho dela, mas ela o escondeu”, revelou ao rei. O rei reagiu de forma desgostosa ao ouvir o relato da mulher e, de acordo com testemunhas, irado chegou a rasgar as próprias roupas.

(A história acima pode ser encontrada em 2º Reis 6:24-3)

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